domingo, 30 de abril de 2017

REJEITADO POR 92%, TEMER DIZ A RATINHO O ÓBVIO: NÃO SERÁ CANDIDATO

Incapaz de se eleger síndico de prédio e rejeitado por 92% dos brasileiros, além de alvo da maior greve geral da história do País, Michel Temer disse o óbvio na entrevista que concedeu ao apresentador Ratinho do SBT: não concorrerá a nada em 2018; “Nós temos um ano e pouco pela frente para as candidaturas. Seguramente vai aparecer gente para liderar o país”, afirmou; responsável pela maior recessão da história, que produziu 14,2 milhões de desempregados, ele também afirmou que a precarização dos direitos trabalhistas e o fim das aposentadorias públicas, pilares de suas duas reformas, trarão os empregos de volta ao País; Ratinho é novo garoto-propaganda das reformas, que fizeram com que mais de 30 milhões de brasileiros aderissem à greve geral.
Por Brasil 247
A entrevista de Michel Temer ao apresentador Ratinho trouxe uma notícia-bombástica, segundo informa o jornal Valor: Temer não será candidato a nada em 2018. Estranho seria se fosse. Pesquisa Ipsos aponta que ele tem apenas 4% de aprovação e é hoje o político mais reprovado do País, empatando apenas
com Eduardo Cunha, responsável pelo golpe que o levou ao poder. Além disso, 92% dizem que, com ele, o Brasil segue no rumo errado.
Nesta sexta-feira, Temer foi também alvo da maior greve geral da história do Brasil, que teve a adesão de mais de 30 milhões de trabalhadores. Ou seja: Temer não se elegeria nem síndico de prédio. “Nós temos um ano e pouco pela frente para as candidaturas. Seguramente vai aparecer gente para liderar o país”, disse ele ao Ratinho.
Responsável por uma depressão econômica que produziu 14,2 milhões de desempregados, Temer disse que os empregos voltarão quando ele completar a reforma trabalhista e a reforma da Previdência. “E, portanto, o Brasil recuperar, especialmente o investidor, a confiança absoluta no seu país”.
Não é o que pensam os brasileiros, que hoje lutam contra o desmonte dos direitos trabalhistas e o fim das aposentadorias.
Fonte: Brasil 247
Edição: Mário Pires Santana