domingo, 30 de julho de 2017

RESPONSÁVEIS POR PARIR TEMER NÃO QUEREM MAIS EMBALÁ-LO

Na mais contundente prova de que o golpe de 2016 fracassou, alguns de seus protagonistas foram à avenida Paulista na tarde deste domingo, 30, para protestar contra o produto do golpe: Michel Temer; numa manifestação pífia, que reuniu no máximo 100 pessoas, as críticas a Michel Temer e em favor da operação Lava Jato foram o tom do ato; “Não é possível aguentarmos mais o que está acontecendo com o nosso país”, disse o jurista Hélio Bicudo, que assinou a peça de ficção que embasou o impeachment de Dilma Rousseff; evento também contou presenças do humorista Marcelo Madureira e do jurista Modesto Carvalhosa, que aproveitou para lançar sua candidatura indireta à presidência da República.
Por Revista Fórum
Com a presença do ex-casseta e planeta, Marcelo Madureira e dos juristas Hélio Bicudo, um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Roussef, e Modesto Carvalhosa, não mais do que meia centena de pessoas participaram de ato por ética na política, na avenida Paulista, na tarde deste
domingo (30). Com frases monótonas, confusas e repetitivas, o ato seguiu tarde adentro sem nenhuma empolgação. Os discursos seguiam como se nenhum dos participantes tivesse a menor responsabilidade no desastre do governo Temer que todos eles, sem exceção, se esforçaram, e muito, para colocar no poder.
"Não é possível aguentarmos mais o que está acontecendo com o nosso país", disse Bicudo durante o ato. O também jurista Modesto Carvalhosa aproveitou o ato para lançar sua candidatura indireta à presidência da República. O humorista Marcelo Madureira discursou em cima do carro de som.
"A classe política há de perceber que hoje existe um divórcio, um abismo, entre os anseios da sociedade brasileira e a classe política que fica escondida, enfurnada em Brasília, achando que comanda este país", disse Madureira. "Eles ficam lá na madrugada, combinando esquemas e negociatas para se apropriar do dinheiro público e se perpetuarem no poder", completa.
O grupo ficou na altura da Rua Ministro Rocha Azevedo. O protesto foi encerrado às 14h40. Aos domingos, a avenida a Paulista já é fechada para carros.
Fonte: Brasil 247
Edição: Mário Pires Santana