quinta-feira, 16 de novembro de 2017

PIB: Entre 2002 e 2015, Piauí teve um dos maiores crescimentos acumulados

Neste ano, apenas cinco estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná) foram responsáveis por 64,7% do PIB nacional.

Pela primeira vez na série histórica iniciada em 2002, houve queda no volume do PIB de todas as unidades da federação em 2015, com Mato Grosso do Sul (-0,3%), Roraima (-0,3%) e Tocantins (-0,4%) com os melhores resultados, enquanto Amapá (-5,5%), Amazonas (-5,4%) e Rio Grande do Sul (-4,6%) tiveram as reduções mais acentuadas.
Neste ano, apenas cinco estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná) foram responsáveis por 64,7% do PIB nacional. Entre 2002 e 2015, os maiores crescimentos acumulados são de Tocantins (112,1%), Mato Grosso (101,8%), Piauí (84,4%), Acre (81,2%) e Rondônia (79,4%). O maior PIB per capita foi o do Distrito Federal (R$ 73.971,05), enquanto o Maranhão teve o menor (R$ 11.366,23). Embora tenha aumentado sua participação em 0,2 p.p. em relação a 2014, São Paulo é o estado com a maior perda acumulada neste aspecto entre 2002 e 2015: 2,5 p.p., dos 34,9% em 2002 para os 32,4% de 2015. Segundo Antonio José Medeiros, presidente da Fundação Cepro, o resultado do PIB do Piauí em 2015 foi um reflexo da crise nacional. “Todos os estados do Brasil tiveram um desempenho negativo. Se nos últimos anos a taxa de crescimento do PIB do Piauí foi maior que a do Brasil, agora mantemos a mesma proporção. O nosso decréscimo (-1,1%) é apenas um terço do decréscimo (-3,5%) do Brasil. Os estados de economia mais dinâmica do nordeste, Bahia (-3,4%), Pernambuco (-4,2%) e Ceará (-3,4%) tiveram desempenhos negativos maiores que o do Piauí. Mesmo estados com uma administração estadual reconhecidamente eficiente, como Espirito Santo (-2,1%), Santa Catarina (-4,2%) e Ceará, tiveram desempenhos negativos maiores que o do Piauí”, revelou o presidente.
Fonte: 180graus.com
Edição: Mário Pires Santana

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