quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Seis faculdades do Piauí recebem nota mínima em avaliação do Inep

Apenas três instituições de ensino superior do Estado conseguiram atingir o nível quatro do Índice Geral de Cursos.
Por Maria Clara Estrêla

O Inep divulgou esta semana o resultado final do Índice Geral de Cursos (ICG), um indicador da qualidade que avalia as Instituições de Educação Superior de todo o Brasil. O levantamento mostra que seis, das 31 faculdades piauienses cadastradas junto ao Ministério da Educação (MEC), atingiram somente nota dois na avaliação do Inep, figurando entre as instituições particulares do País com as menores notas.
Estão nesse grupo três instituições de Teresina: Cesvale, FPPD (mantida pela Aespi) e CET. No interior do Estado, tiveram nota mínima o ISESJT, de Floriano; o IECR, de Jaicós e o ISESPI, de Canto do Buriti. O Portal O DIA entrou em contato com as faculdades, mas não conseguiu falar com nenhuma delas. O telefones do ISESJT e do IECR, que constam na internet, não completam a ligação. Já o ISESPI e o CET não atenderam as chamadas. O Cesvale e o FPPD ficaram de se pronunciar na tarde desta terça-feira (28).
Notas medianas
A maioria das faculdades e universidades do Piauí ficou com a nota três, considerada mediana. Entre elas estão 23 faculdades particulares e as três instituições públicas de Ensino Superior do Estado: Universidade Federal do
Piauí (UFPI), Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e Instituto Federal de Ensino do Piauí (IFPI).
Somente duas faculdades e um centro universitário no Piauí alcançaram nota quatro, ou seja, estão acima da média nacional na avaliação segundo o ICG. Trata-se da Faculdade Chrisfapi, em Piripiri; da Facid e do Centro Universitário Uninovafapi, em Teresina. 
Nenhuma instituição de ensino superior no Piauí conseguiu atingir ICG cinco, a maior nota do país.
Como é feito o cálculo
O ICG leva em consideração a média do Conceito Preliminar de Curso (CPC), que avalia a qualidade dos cursos de graduação, com base no desempenho dos estudantes e no valor agregado do processo formativo, bem como o corpo docente e a infraestrutura de recursos didáticos e pedagógico.
O cálculo é feito segundo a média do CPCs do último triênio, relativos aos cursos avaliados da instituição, ponderada pelo número de matrículas em cada um dos cursos computados.
O indicador também considera a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu atribuídos pela Capes na última avaliação trienal disponível, convertida em cada um dos programas de pós-graduação correspondentes.
Por fim, o ICG considera a distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino, graduação ou pós-graduação stricto sensu, excluindo as instituições que não oferecem esta modalidade de pós.
Fonte: portalodia.com
Edição: Mário Pires Santana

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os comentários são de responsabilidade de seus autores, e não refletem, de maneira nenhuma, a opinião do redator deste portal.