quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Piauí é o quinto estado com maior participação feminina no mercado

Estado fica na frente de estados como São Paulo e Rio de Janeiro. Entre as vagas de emprego formais no Piauí, 46,3% são ocupadas por mulheres.
Por *Nathalia Amaral
Piauí é o quinto estado com maior participação feminina no mercado. (Foto: Reprodução/Fotos Públicas)
Dados divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Ministério do Trabalho apontam que o Piauí é o quinto estado com maior participação das mulheres no mercado de trabalho formal, ficando atrás apenas dos estados de Roraima (49,3%), Amapá (47%), Acre (46,7%) e Rio Grande do Sul (46,5%). Entre as vagas de emprego formais no estado do Piauí, 46,3% são ocupadas por mulheres. Os dados fazem parte da compilação dos dez últimos anos de pesquisa da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho. 
De acordo com o levantamento, a média do Piauí está acima da média nacional, que foi apenas de 44% em 2016. Em 2007, apenas 40,85% das vagas eram ocupadas por mulheres no Brasil. Apesar da elevada participação feminina no mercado, as mulheres continuam ganhando menos do que os homens no Piauí e em todos os estados da Federação, com exceção do Distrito Federal, que é a única unidade da federação onde o rendimento das mulheres é maior do que o dos homens. Os estados com menor desigualdade salarial são Alagoas e Pará, onde as mulheres ganhavam o equivalente a 96,7% e 96,2% dos salários pagos aos homens, respectivamente. Outro dado divulgado pela pesquisa mostra que a diferença salarial a nível nacional também diminuiu nos dez anos analisados. Em 2007, o rendimento dos homens era R$ 1.458,51 e das mulheres R$ 1.207,36, uma diferença de 17%. Em 2016, a diferença de remuneração média
entre homens e mulheres era de 15%. A média salarial masculina era de R$ 3.063,33 e a feminina, R$ 2.585,44.
Foto/Divulgação/Ministério do Trabalho
Apesar de ainda ganharem menos do que os homens, as mulheres são maioria entre os trabalhadores com ensino superior completo no país. Elas representavam 59% dos 9,8 milhões profissionais com vínculo empregatício ativo em 2016. A remuneração média das mulheres com ensino superior completo, em 2016, era de R$ 4.803,77, enquanto a dos homens era de R$ 7.537,27.
Fonte: portalodia.com
*Com informações do Ministério do Trabalho
Edição: Mário Pires Santana

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