quinta-feira, 3 de maio de 2018

GOLPE IMPLODE E RODRIGO MAIA DIZ QUE PSDB É O PARTIDO MAIS REJEITADO

Depois do encontro secreto entre FHC e Michel Temer, com a intenção de unificar as forças de "centro", que na verdade são os atores que participaram do golpe de 2016, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deixou claro que essa unificação é quase impossível: "O problema de unificar é: quem lidera?"; Maia voltou a criticar o PSDB, afirmando que o partido dos tucanos é o mais rejeitado do Brasil; "Não é só intenção de voto, é rejeição. Quem é o partido mais rejeitado hoje?", perguntou; "Precisa ver nas pesquisas"; no ano passado, uma pesquisa encomendada pelo DEM apontou o PSDB como a legenda mais rejeitada, por 75% dos entrevistados.
Por Brasil 247

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), deixou clara nesta quinta-feira, 3, a fragmentação das forças políticas que apoiaram o golpe
parlamentar de 2016. Para Maia, uma união da direita é difícil porque não está claro o nome natural para encabeçar a chapa. "O problema de unificar é: quem lidera? Podemos sentar numa mesa, mas quem é que tira, quem é que fica? Não tem ninguém", disse, durante palestra para empresários do setor hoteleiro, no Rio.
Maia voltou a criticar o PSDB, afirmando que o partido dos tucanos é o mais rejeitado do Brasil. "Não é só intenção de voto, é rejeição. Quem é o partido mais rejeitado hoje?", perguntou. Quando a plateia citou o PT, Maia disse que não era. Alguém falou o MDB, e o deputado também afirmou que não. E parou por aí, dizendo que preferia não dar a resposta. Questionado pela reportagem do jornal Valor Econômico, na saída da palestra, se estaria se referindo ao PSDB, Maia esquivou-se: "Precisa ver nas pesquisas." No ano passado, uma pesquisa encomendada pelo DEM, apontou o PSDB como a legenda mais rejeitada, por 75% dos entrevistados.
Pré-candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin não tem decolado nas últimas pesquisas, oscila entre 7% e 8%, o que fomenta candidaturas de outros partidos como o DEM, um tradicional aliado tucano.
Edição: Mário Pires Santana

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