quarta-feira, 4 de julho de 2018

A indecisão e a indefinição

Por Arimatéia Azevedo

O mês de julho se inicia e, mais uma vez, Wellington Dias protela o anúncio do restante da chapa majoritária que ele encabeçará para disputar o quarto mandato de governador do Piauí. Também não diz se haverá ou não a formação de uma chapa única na disputa proporcional, o que, em tese, favorece candidatos de outros partidos, e prejudica o PT. Para o primeiro caso, as vaga de senador e vice-governador continuam em disputa. Portanto, o jogo está aberto gerando esperanças para muitos, até mesmo para o petebista Paes Landim que anteontem foi dizer ao governador que seu partido também luta pela vice. Idêntico raciocínio se aplica ao chamado chapão, onde todos concorrem na disputa pela vaga de deputado, na coligação governista. Mas, os mais atentos observadores vão perceber que isto faz parte de um pacote, onde o governador quer decidir a vaga de vice, a vaga de senador, e, também, a possibilidade de haver ou não a chapa proporcional única. Dentro disso ninguém está seguro, e tudo pode acontecer. Ninguém sabe o que o governador vai decidir, mas será de
Wellington a última palavra. Nas atuais apostas, a vaga tende a ser do MDB, que também quer se meter no chapão. Mas, os mais atentos observadores vão perceber que isto faz parte de um pacote, onde o governador quer decidir a vaga de vice, a de senador junto com a possibilidade de haver ou não a chapa proporcional única. As posições e ajustes serão feitos por Wellington que, afinal de contas, terá a última palavra. Portanto, Wellington vai esticar até o prazo fatal sem dar chance para qualquer um dos aliados tentar o rumo da oposição e obrigar-se a engolir - a seco – a contragosto, o que o chefe do governo decidir.
Fonte: Portal AZ
Edição: Mário Pires Santana

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