domingo, 1 de julho de 2018

Teresina é a 4ª capital mais desenvolvida do país, aponta Firjan

Teresina é a 4ª capital mais desenvolvida do país, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). 
Por *Jordana Cury
O cálculo é feito com base em dados de 2016, a partir de indicadores sociais em 5.471 municípios, onde vivem 99,5% da população brasileira, levando em conta principalmente as áreas de saúde e educação básicas.
De acordo com a análise da Prefeitura, a capital piauiense subiu oito posições no ranking, quando comparada com a última pesquisa. 
Em primeiro lugar se mantém Florianópolis, que registrou alto índice de desenvolvimento, com 0,8584 ponto, ocupando o 47º lugar geral. Em seguida, aparece Curitiba (0,8378), que ultrapassou São Paulo (0,8352) na segunda colocação. No quadro geral, as capitais paulista e do Paraná ocupam, respectivamente, a 137ª e 74ª posições, respectivamente.
Na sequência, aparecem Teresina (0,8275) e ocupando a 186ª posição; e Cuiabá (0,8266). As duas cidades estão entre as capitais que mais subiram posições na comparação com o levantamento anterior. 
Teresina é a única do Nordeste entre as 10 mais desenvolvidas, pulando de 12ª para a 4ª colocação. A capital piauiense apresenta alto desenvolvimento em educação (0.8632) e saúde (0.8345) e desenvolvimento moderado em emprego e renda (0.7847). No ano passado, com a análise de dados de 2015, Teresina
apresentava desenvolvimento moderado. 
A pesquisa
O Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) analisa dados de Emprego e Renda, Saúde e Educação de 5.471 municípios brasileiros. 
As notas variam de 0 a 1: quanto mais próximo de 1, melhor é o desenvolvimento da cidade. A nota é calculada segundo a análise dos três conjuntos de indicadores e tem por base indicadores oficiais do governo federal.
Em Emprego e Renda, o índice leva em conta o quanto a cidade gera de empregos formais, sua capacidade de absorver a mão de obra local, quanto de renda formal é gerada, os salários médios e a desigualdade social. Já em Educação, a Firjan analisa o número de matrículas na educação infantil, a proporção de estudantes que abandonam o ensino fundamental, além da distorção idade-série, o número de professores com ensino superior, a média de aulas diárias e o resultado do Ideb no ensino fundamental.
O índice Saúde é calculado, por sua vez, com base no número de consultas pré-natal, óbitos por causas mal definidas, óbitos infantis por causas evitáveis e número de internações sensíveis à atenção básica (ISAB).
*Economia & Negócios
Fonte: cidadeverde.com
Edição: Mário Pires Santana

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