sábado, 22 de setembro de 2018

O golpe vai fechar com Ciro contra Haddad

A carta de FHC é clara. Na ausência da possibilidade de um candidato para vencer o “extremismo” (isto é, Bolsonaro e Haddad), está na hora de uma aliança contra o mesmo.
Por *Carlos D'Incao 
Alckmin é carta fora do baralho, assim como Marina. Nos próximos dias ambos candidatos vão retirar suas candidaturas em apoio a Ciro para tentar fazê-lo ser o candidato do segundo turno.
Como já salientei centenas de vezes, Ciro Gomes é o mais pérfido personagem da direita brasileira. Vai partir para o ataque contra Haddad e aceitará com braços abertos o apoio do PSDB e de Marina.
Ciro é a continuidade do golpe.
Apenas Haddad representa o retorno da democracia e o impedimento da ditadura do mercado. O dólar está caindo e as bolsas estão subindo. Caso o plano não dê o resultado esperado, está criado a bolha do pânico para passar a ideia de que a volta do PT no governo é o fim do Brasil. Para evitar esse plano - encabeçado pela Folha de São Paulo e os grandes bancos - será necessário muita luta e muita militância, em um nível que esse país nunca viu.
O primeiro passo é desmascarar Ciro e as pesquisas da DataFolha que tentarão manipular um empate técnico entre ambos. No começo da próxima semana o nome do mercado será revelado: Ciro Gomes. Sua defesa: “O PT também já fez
aliança com a direita.” Nossa resposta: “Fizemos coalisão e não submissão a um projeto ultra neoliberal encabeçado pelo PSDB e DEM.
O sucessor de Temer é Ciro. O resto são falácias.
*Historiador
Fonte: Brsil 247
Edição: Mário Pires Santana

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