segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

FESTIVAL DE PATACOADAS COMEÇA A INCOMODAR

Jornalista Arnaldo César aconselha: "ficar indignado com tantas tramoias da família presidencial é perda de tempo. Aos 90 milhões de brasileiros que não votaram em Bolsonaro cabe, agora, o resgate desta Nação. Não esperem nada do Judiciário ou do Legislativo".
Por Arnaldo César, no blog de Marcelo Auler

Em outubro passado, ao declarar apoio a Bolsonaro, Regina Duarte colocou como primeira medida "resolver a impunidade". Hoje... A atriz global Regina Duarte não é a primeira – e, tampouco será a última – reacionária a pular fora da canoa furada do governo que aí está. O festival de incompetências, boçalidades e trapaças que tem assustado o País, nestas três primeiras semanas do ano, começou a corroer o prestígio do folclórico Jair Bolsonaro.
Na FIESP – a catedral da elite brasileira – alguns de seus membros notórios, a portas fechadas, reclamam das "maluquices do capitão". O mesmo acontece na FIRJAN – a sucursal carioca da federação dos sindicatos empresariais que
apostaram pesado no empoderamento da extrema direita na condução do Brasil.
Ao contrário da "ex-namoradinha do Brasil", esses "impolutos cidadãos" preferem fazer suas críticas ao governo longe dos holofotes e dos microfones. Por ora, estão se articulando nos bastidores. Assim têm conseguido reverter algumas decisões que, se fossem implementadas como desejava o novo governo, teriam produzido desastres irreparáveis na vida das empresas.
O vai-e-vem da saída do Brasil do "Acordo de Paris" é uma dessas calamidades interrompidas a tempo de causarem prejuízos monumentais. Voluntarioso ao extremo, Bolsonaro e sua turma não têm paciência para fazer contas ou mesmo para se aprofundar no estudo das questões cruciais para a Nação.
Leia aqui a íntegra.
Fonte: Brasil 247
Edição: Mário Pires Santana

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