terça-feira, 16 de abril de 2019

Teresina e Floriano, as duas únicas cidades do Piauí com alto desenvolvimento humano

Por Cláudio Barros do Portal AZ
A ponte estaiada, sobre o rio Poti, um cartão-postal de Teresina (Foto: Divulgação)
O Radar IDHM, divulgado nesta terça-feira pela Fundação João Pinheiro, Ipea e PNUD indica que somente duas cidades do Piauí (Teresina e Floriano) têm Índice de Desenvolvimento Humano alto. Teresina tem IDH de 0,751 e Floriano fica com 0,700.
Teresina ocupa a 526ª posição entre os 5.565 municípios brasileiros segundo o IDHM. Nesse ranking, o maior IDHM é 0,862 (São Caetano do Sul, em São Paulo) e o menor é 0,418 (Melgaço, no Pará).
Duas cidades piauienses – São Francisco de Assis do Piauí e Betânia do Piauí, ambas no semiárido – encontram-se no ranking dos 20 municípios brasileiros e menor IDH.
A Igreja de São Pedro de Alcântara, em Floriano (Foto: Divulgação)
Segundo ainda o mesmo indicador, houve uma melhoria no Índice de Desenvolvimento dos Municípios que compõem a Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina.
De acordo com os dados disponibilizados, somam 40 os municípios piauienses com IDH médio, que varia de 0,600 a 0,699.
Os municípios com IDH baixo no Piauí somam 175 municípios e os que estão na com menor Índice de Desenvolvimento Humano são seis municípios, incluindo Cocal dos Alves, a cidade que produz estudantes campeões de matemática.
As outras cinco cidades com baixíssimo desenvolvimento humano no Piauí são: Assunção do Piauí, Cocal, Betânia do Piauí, Caxingó e São Francisco de Assis do Piauí, que se encontra em as 20 cidades brasileiras com menor IDH. Caxingó, a segunda cidade com menor IDH no Piauí também está na lista dos 20 municípios com pior indicador.
Teresina, a cidade de melhor qualidade de vida no Estado, tem os melhores indicadores de renda, longevidade (expectativa de vida ao nascer) e educação no Piauí.
No Brasil, entre 2016 e 2017, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) manteve-se praticamente estável: passou de 0,776 para 0,778.
De forma geral, as Unidades da Federação seguiram avançando entre 2016 e 2017. Dentre as 27 UFs, seis apresentaram redução no IDHM. Acre (-0,010) e Roraima (-0,006), ambos na região Norte, registraram as maiores quedas, seguidos por Rio Grande do Norte (-0,005), São Paulo (-0,005), Distrito Federal (-0,004) e Pernambuco (-0,003).
As maiores tendências de crescimento foram observadas no Amazonas (0,017) e na Paraíba (0,013) – que, em termos percentuais, tiveram crescimento de 2,4% e 1,8%, respectivamente.
O ranking do IDH das capitais do Nordeste:
Recife – 210ª posição
Aracaju – 227ª posição
São Luís – 249ª posição
João Pessoa/Natal – 320ª posição
Salvador – 383ª posição
Fortaleza – 467ª posição
Teresina – 526ª posição
Maceió – 1266ª posição
Fonte: Portal AZ
Edição: Mário Pires Santana

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os comentários são de responsabilidade de seus autores, e não refletem, de maneira nenhuma, a opinião do redator deste portal.