domingo, 9 de junho de 2019

Piauí terá Centro de Inteligência em Agravos Tropicais Emergentes e Negligenciados

Parceria entre Sesapi e UFPI pretende diminuir o número dessas doenças.
Por Redação do Portal AZ
Florentino Neto. (Foto: Reprodução/ Sesapi)
Por conta de uma união entre a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) e Universidade Federal do Piauí (UFPI), o Piauí contará agora com o Centro de Inteligência em Agravos Tropicais Emergentes e Negligenciados (Ciaten). A assinatura do termo de cooperação foi realizada nesta sexta-feira (07), pelo secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.
Segundo o Governo, o Centro de Inteligência tem o objetivo de integrar ensino e serviço, fortalecendo o Sistema Estadual de Saúde e aprimorando o desenvolvimento de políticas públicas dessas áreas problemáticas, além de ser apoio às atividades de estágio para os cursos na área da saúde ofertados pela UFPI. O Ciaten funcionará no Centro de Ciências da Saúde (CCS), no Centro de Teresina.
“Nesse contexto entendemos a necessidade, enquanto Governo e Universidade de entrar em consonância e criar uma instituição de alto nível no Estado do Piauí capaz de gerar conhecimentos acerca dos agravos à saúde, tropicais emergentes e negligenciados, como apoio à implantação de políticas públicas mais eficientes para combater essas doenças”, explica o secretário Florentino Neto.
Ainda segundo Florentino Neto, a Secretaria de Estado da Saúde fará as adequações físicas e aquisição de equipamentos para implantação e funcionamento do Centro por meio de recursos Tesouro Estadual.
Universidade Federal do Piauí. (Foto: Divulgação)
Segundo o coordenador do projeto e professor da UFPI, Carlos Henrique Costa, o Ciaten priorizará os principais agravos que acometem o Piauí, como as leishmanioses, doença de chagas, tuberculose e hanseníase. O Centro vai agir por meio de professores, cientistas e técnicos para identificar áreas e eleger prioridades, produzindo novos conhecimentos.
“É um projeto grandioso que temos aqui no Piauí, além de trabalhar com pessoas que já tem conhecimento técnico sobre essas áreas, discutir com estados vizinhos e qualificar os municípios para lidar com esses agravos, vamos trabalhar com os estudantes na área de saúde pra poder desenvolver nesses profissionais do futuro essa visão diferenciada a cerca desses agravos. Nossa intenção é que daqui alguns anos poderemos produzir conhecimentos biotecnológicos que possam servir como base para produção de fármacos e dispositivos para o diagnóstico”, explica o coordenador.
Fonte: Portal AZ
Edição: Mário Pires Santana

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