terça-feira, 3 de março de 2020

Lula é o principal nome da esquerda e Bolsonaro perde para Moro em 2022, diz pesquisa

Mesmo negando que será candidato em 2022, Sérgio Moro é o único candidato que derrota Bolsonaro nas próximas eleições presidenciais
POR ALEXANDRE PUTTI
EX-PRESIDENTE LULA, PRESIDENTE JAIR BOLSONARO E MINISTRO DA JUSTIÇA SÉRGIO MORO. FOTOS: AGÊNCIA BRASIL
O primeiro ano do mandato do presidente Jair Bolsonaro ainda nem terminou, mas já começaram as pesquisas eleitorais para 2022. Um levantamento feito pela VEJA/FSB, divulgado nesta sexta-feira 18, mostra que o pesselista perderia apenas para seu ministro da Justiça, Sérgio Moro.
Em todos os outros cenários Bolsonaro aparece em 1º lugar, mesmo com sua popularidade em queda e com escândalos revelados dentro de seu próprio partido.
Já dentro da esquerda, o ex-presidente Lula, preso pela operação Lava Jato, aparece como o candidato mais forte entre todos, mas mesmo assim perderia para Bolsonaro. Em um suposto segundo turno entre os dois, o pesselista ganharia do petista por 46% a 38%
Lula não pode disputar as próximas eleições por causa da Lei da Ficha Limpa, pois foi condenado em 2ª instância pelo cado do triplex do Guarujá. Porém, a ação do petista no STF pedindo a anulação do processo por falta de imparcialidade do ex-juiz do caso Sérgio Moro ganhou força depois dos vazamentos de conversas feitas pelo site The Intercept Brasil.
Caso Lula consiga anular sua condenação e sair da prisão, o petista poderá
entrar na corrida pela presidência em 2022.
Já com Fernando Haddad também do PT, Bolsonaro levaria a eleição por 47% a 34%. E o ex-governador do Ceará e candidato na última eleição presidencial pelo PDT, Ciro Gomes, nem chegaria ao segundo turno disputado com Bolsonaro.
Lula x Bolsonaro – 38% a 46%
Haddad x Bolsonaro – 34% a 47%
Ciro x Bolsonaro – O pedetista não chegaria ao segundo turno 
Entre os nomes da direita, Bolsonaro ganharia de todos, exceto de Moro. Mesmo negando que participará da corrida presidencial em 2022, em um segundo turno com Bolsonaro, o ministro da Justiça ganharia de 38% a 34%.
Fonte: CartaCapital
Edição: Mário Pires Santana

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